Ubuntu Riddim: novo álbum do Ministereo Público Sound System reúne artistas de cinco países e celebra a diversidade do reggae

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DJ Pureza, Regivan Santa Bárbara e DJ Raíz - Foto: Pedro Soares

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O projeto Ubuntu Riddim, do Ministereo Público Sound System, chegou às plataformas digitais no último dia 18 de setembro com um álbum que reúne artistas de diferentes países. A proposta segue a tradição jamaicana do “riddim”, em que diferentes intérpretes desenvolvem suas próprias músicas a partir de um mesmo instrumental.

Antes do lançamento do álbum completo, o projeto antecipou parte do repertório com singles disponibilizados entre julho e agosto. Entre os nomes internacionais estão o jamaicano Derajah, com “Ghetto Youths a Grow”, Rohgees, também da Jamaica, com “This Lovely Feeling”, o britânico Shumba Youth, com “Roll It”, o colombiano Osound, em “Cimarron”, e o jamaicano-estadunidense Jaime Hinckson, com “Libertar”.

A produção também reúne artistas brasileiros. Célia Sampaio participa com “Essa é Minha Raiz”, Dada Yute apresenta “Samba Com Rub A Dub”, e Regiane Cordeiro interpreta “Cheiro de Flor”. Já “Reggae Music To The World” une MG Liz e Derajah em uma colaboração que aproxima diferentes gerações e territórios ligados ao reggae.

O álbum conta ainda com participações de Bia Ferreira, Nubia, Tereza Raquel, Ras Jonas e Laylah Arruda. O primeiro artista a gravar para o projeto foi Jesse Royal, que lançou a música “Ubuntu” em fevereiro de 2026. A partir da obra, o nome do instrumental passou a ser adotado como Ubuntu Riddim, seguindo a tradição da música jamaicana.

A produção musical é assinada por DJ Raíz, que também responde pela engenharia de gravação, ao lado de DJ Pureza e do dubmaster Regivan Santa Bárbara. A formação conta ainda com Wiran Genipapeiro no baixo, Flavinho Drums na bateria, André Macedo no teclado e Regivan no berimbau. Raíz também participa da concepção, programação do beat e percussão.

Segundo DJ Raíz, a escolha de lançar as músicas gradualmente teve como objetivo apresentar as diferentes interpretações antes da chegada do álbum completo.

“Optamos por apresentar as faixas aos poucos para que o público pudesse conhecer cada interpretação com calma e acompanhar a construção desse projeto até o lançamento do álbum completo. Cada artista traz uma identidade própria para o mesmo instrumental, mostrando como a música é capaz de conectar diferentes culturas”, afirma.

Ouça:

 

 

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